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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Fwd: 1/70


Mensagem original
De: jose carlos lima < jose.carlos.lima@hotmail.com >
Para: edson_barrus@ig.com.br
Cópia:neymatogrosso@uol.com.br,passetti@matrix.com.br,joao@glx.com.br,dani.psic@bol.com.br,ladgero@terra.com.br,clmelo@cultura.com.br,contato@olhosalma.com.br,efiterman@brturbo.com,bentoxvi@vatican.va,protocolo@planalto.gov.br,jl2006@uol.com.br,loganalise@loganalise.com,alexandre.pereira@unifap.br,pvj@terra.com.br,fabio.tremonte@uol.com.br,ateus@ateus.net,edneyantunes@hotmail.com,carlosbrandao@dm.com.br,o_melhor_anjo_@aeiou.pt,mlontra@uol.com.br,brasigoisfelicio@hotmail.com,etetuba@uol.com.br
Assunto: 1/70
Enviada: 06/03/2006 09:31

Dúvida: abandonar o mundo imaginário e cair na real? Não sei. Quais são meus
planos neste momento?
( ) Ler edson passeti
( ) Criar um podcasting=rádio=audioblog para refugiar-me=emba lar-me no
personagem Idéia, cuja fala=discurso, no momento sessões de terapia, agora
sei... no divã....poderão ser ouvidas num podcasting. Já tem material a ser
inserido no podcast: a última sessão com a terapêuta. Incorporado por
Idéia, disse à terapeuta:
O mundo não é tão novo assim.
Neste momento específico em que todas as autoridades,
formais e informais, começam com B=beta:
Bin Laden
Bush
Bento 16
Blair
Berlusconni
Bispo Silas Malafaia
Benjamin N., Israel
Trata-se de uma trama
Foi tudo programado. Esta completa a turma beta
O mundo era novo quando estávamos há quase 700 mil anos em
escala astronômica
O ano começou a ser contado quando Idéia percebeu-se a si mesmo
Foi assim
Era manhã
Idéia viu-se em cima de uma árvore, num galho horizantal que apontava para o
poente
Sentiu a sensação do atrito entre o seu corpo e o co rpo da árvore, uma
percepção até então inexistente
Percebeu seus braços longos, talvez por ser um pouco corcunda
Sentiu o que até então não sentido: o seu ventre
Uma eqüidistante sensação de maternidade
Levou as mãos ao ventre
Foi quando percebeu-se ainda mais
Viu o que até então não havia visto: a distância
Até então Idéia não possuía a noção de distância
Estranho, muito estranho isso
Foi quando sentiu-se longe, bem longe do seu ponto de partida
Olhou em direção ao infinito, onde o sol se põe
Viu o quanto estava diante de onde partiu
Sentiu-se so
Teve saudade
Sentiu-se longe
Gritou
Foi quando percebeu que não poderia gritar com toda a desenvoltura do seu
espírito=desejo
Não poderia gritar porque a sua garganta estava impedida por cartilagens
Mas gritou assim mesmo
Os seus pares perceberam o grito
Foi quando o tempo começou a ser con tado
Isto há 777.777 anos atrás
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José Carlos Lima

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A História de Idéia (continuação). Até então... até não ser vítima de Idéia Sem



De
:
jose carlos lima 

A História de Idéia


O mundo deu muitas voltas para que a gente se
encontrasse novamente. No entanto estamos aki=aqui. Haveremos de homologar
uma nova ortografia, novos sinais de pontuação, uma nova cartografia, um
novo calendário, um novo jeito de olhar=ser.
Atenção e rejeição
Elevada auto-estima e fossa=fundo do poço
Tristeza
Dias atrás, durante a dormência,
sonhei=olhei=vi=fui o spin cantor Ney Matogrosso aos 80 anos de idade. Em
sinal de pobreza, esta pobreza=desleixo=esquecimento característica=típica
dos poetas ou de quem vivem em permanente estado de poesia=olhar=seição. Lhe
faltava um dente na boca e vi isto como sinal de pobreza material=social.
Naquele momento ele saiu do seu barracão e estava ocorrendo, há poucos
metros dali, uma grande baile=festa popular.
Quando qualquer filhote de animal nasce, se ocorre
a rejeição por parte da mãe, o destino é a morte. Por isso não rejeitemos
nossos velhos. Não rejeitemos nossos filhos. Consta em sua biografia, que
faz parte da história do spin cantor Ney Matogrosso a rejeição por parte do
pai. Isto é terrível.
Neste momento, um spin médico=terapeuta me diria.
Não se esqueça o Ney Matogrosso. Cada um sabe de si, “a dor e a delicia de ser o
que é...” ( Caetano Veloso ). Quanto a ver-se através do outro, isto é
natural. Foi passando por tudo o que passei, por tantas de morte, tantas
violências, tantos apuros, a vida por um triz, que compreendi o quão danoso
é o personagem=realidade Idéia Sem Rosto.
Rosto, não entendia nada o que era isso. Tive que
passar pela experiência. Tive o privilégio de estar cara-a-cara com Idéia
Sem Rosto. Ele roubou todos os meus arquivos. Todas as minhas palavras. Ele,
por um bom tempo, praticamente durante 24 horas, me iludiu, tomou conta de
mim e levou tudo.
Por isso não tenha a menor dúvida. Idéia Sem Rosto
é o ser mais abjeto=imundo do mundo. Idéia Sem Rosto é capaz de levar
homofóbicos à masturbação vendo um homossexual se passando por mulher. Idéia
Sem Rosto é terrível. Não se aproximem de Idéia Sem Rosto. A respeito de
Idéia Sem Rosto, dias atrás, num sonho, o spin cantor Ney Matogrosso, se
referindo a ISR, Idéia Sem Rosto, disse: “ele não é flor que se cheire... E
pensou o seguinte: não aceite ajuda dele... não permita que ele não ponha a
mão em nada seu...nem mesmo na sua mala=bagagem.”

É isto. Eis Idéia Sem Rosto. A morte. O furto. Ate
( o Erro), uma divindade alegórica=real=grega=romana. Ah, como o mundo seria
bom sem a presença=existência de Idéia Sem Rosto. Será possível este
paraíso?





Grato,

José Carlos Lima

Goiânia - Rio Meia Ponte

domingo, 15 de janeiro de 2012

Jornalista relata momentos de pânico no navio acidentado

Pode parecer óbvia a comparação com o Titanic, mas a sensação era essa’, diz Alana Rizzo, jornalista do 'Estado' e vítima do naufrágio. Ela passava as férias com os pais no cruzeiro


Um, dois, três, quatro torpedos... Em curtas mensagens de textos repassadas pelo celular, a repórterAlana Rizzo, do Estado, relatou o desespero de passageiros e tripulantes que estavam a bordo do Costa Concordia. De férias na Itália, a repórter conduziu seus pais pelo labirinto de cabines e corredores do transatlântico até os botes salva-vidas. Eis o depoimento:
"O jantar estava sendo servido quando ouvimos um forte ruído. Pratos e copos começaram a deslizar e sentimos o navio tombando. A primeira reação foi correr para os andares mais altos. Chegamos à nossa cabine no oitavo andar e pegamos casacos e coletes. Aproveitei para pegar o celular que estava com sinal, o que não era comum durante a navegação. A tripulação tentava nos acalmar e dizer que a situação estava controlada. Insistiam para que ficássemos nas cabines, mas muitas portas estavam travadas com o peso dos moveis arrastados. Passageiros estavam feridos por estilhaços de vidro e outros tantos, em pânico. Decidimos descer até o andar dos botes. A luz dos corredores apagava e alarmes de emergência cifrados começaram a ser disparados. Ninguém sabia o que estava acontecendo até sentirmos o navio tombar mais uma vez, e cada vez mais rápido.
A entrada nos botes foi confusa. Crianças de colo, idosos em cadeiras de rodas, famílias inteiras tentando se salvar. Regras de prioridade obviamente não eram respeitadas e todos queriam entrar. Sabíamos que não havia barcos suficientes para as quase 5 mil pessoas a bordo. O bote demorou a descer, aumentando o desespero. A tripulação gritava por socorro.
Consegui ver um farol e algumas luzes, o que nos fez crer que estávamos próximos à terra. Quem não conseguia embarcar nos botes entrava em um desespero maior ainda. O bote nos levou até a Ilha de Giglio. Centenas de pessoas de todas as nacionalidades tentavam localizar parentes. Os 800 moradores da ilha nos recebiam com cobertores e chá quente.
O cenário era desolador. De longe víamos helicópteros tentando resgatar quem estava nos andares mais altos e barcos saíam em busca de quem tinha se atirado na água gelada. Pode parecer óbvia a comparação com o Titanic, mas a sensação era essa. Sem nenhuma informação, as pessoas vagavam pela margem da ilha. Fazia muito frio e as pessoas se enrolavam em sacos plásticos, papéis, o que aparecesse pela frente.
Ficamos na igreja local até um ferryboat chegar para nos levar ao continente. Desembarcamos em uma cidade que até agora não sei o nome. Hospitais de campanha tinham sido montados, a Cruz Vermelha distribuía cobertores e nem sinal de representantes da empresa. Fomos levados a um ginásio. Os rostos estavam desolados e as pessoas ainda tentavam entender o que tinha acontecido. Contavam-se ainda mortos e desaparecidos."
No Estadão